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Do Sentir e do Pensar - Ensaio para uma antropologia (experiencial) de matriz poética

Paula Cristina Pereira , «Do Sentir e do Pensar - Ensaio para uma antropologia (experiencial) de matriz poética» 2006

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Publication of Archived Group GFE (2006 - 2015), now integrated in:
  • Thematic Line


    Philosophy of Education
  • Research Group


    Philosophy of Education and Contemporaneity
    • Type:

      Theses
    • Author:

      Paula Cristina Pereira
    • Title:

      Do Sentir e do Pensar - Ensaio para uma antropologia (experiencial) de matriz poética
    • Year:

      2006

    Summary

    Do Sentir e do Pensar - Ensaio para uma antropologia (experiencial) de matriz poética

    Description

    Edição: 2006
    Páginas: 334
    Editora: Edições Afrontamento
    ISBN: 978-972-36-0881-6

    Este livro parte de um dos aspectos mais significativos da cultura contemporânea: o que se refere ao particular interesse pelo estudo e reflexão sobre o(s) sentir(es). Reflexões que se constituem em torno, por um lado, da crescente importância que a emoção, a afectividade e, de um modo mais geral, o sentir conquistaram no século XX ao integrar um corpus teórico, como é o caso da psicanálise e das neurociências, e, por outro lado, das consequências da exposição e do tratamento mediático de que o sentir tem sido objecto no nosso tempo com a exploração dos sentimentos e a inevitável emergência da indiferença.

    A autora propõe-nos um pensamento-sentimento-atitude que se caracteriza como pensamento de acolhimento, como crítica ao actual horizonte estético, que tem configurado o humano pela exacerbação e pela socialização dos sentidos. Neste contexto, interroga-se a tradição logocêntrica que “secundarizou” o sentir e os sentidos e apresenta-se a matriz poética do pensamento português como referência privilegiada para superar a cisão entre a actividade intelectual e a passividade da sensibilidade, assim como a radicalização da passividade do sentir dada na racionalização da vida – própria do imagocentrismo contemporâneo – articulada com a ampliação hiperbólica da imagem do eu que comporta o apagamento do sujeito e que desemboca num sentir de alheamento, paralisando o pensar.

    O pensamento de acolhimento, equacionado neste trabalho, radica na experiência saudosa, na medida em que nesta nada está perdido e em que não se trata de apropriar de coisa alguma, mas de pensar a partir da essencial relação entre a presença e a ausência, acolhendo-se de modo concepcional, o que chega e o que vem num conceber próprio da gestação fecunda do coração.

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