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O Filósofo Fantasma - Lúcio Pinheiro dos Santos

Pedro Baptista, «O Filósofo Fantasma - Lúcio Pinheiro dos Santos» 2010

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  • Research Group


    Roots & Horizons
    • Type:

      Theses
    • Author:

      Pedro Baptista
    • Title:

      O Filósofo Fantasma - Lúcio Pinheiro dos Santos
    • Year:

      2010

    Summary

    O Filósofo Fantasma - Lúcio Pinheiro dos Santos

    Colecção Nova Águia

    Description

    Edição: Maio 2010
    Páginas: 222
    Editora: Zéfiro
    ISBN: 978-989-677-032-7

    Consultar Índice

    Quem introduzir num motor de busca da Internet o nome de Pinheiro dos Santos encontrará referências em estudos académicos e científicos da Oceânia à Europa, da América do Sul à do Norte, nas mais variadas áreas disciplinares. Todos referirão o autor da filosofia da “Ritmanálise”. E quase todos repetirão o erro de que era brasileiro, aquele professor do quadro da primeira Faculdade de Letras da Universidade do Porto, desde 1919 até à sua dissolução em 1927, cuja obra principal só conhecemos através de fontes indirectas, em particular do francês Gaston Bachelard, vindo daí o epíteto de fantasma.

    E quem se der ao trabalho de investigar o nome de Lúcio dos Santos encontrará pistas de um personagem singular de combatividade cívico-política, desde a greve académica de 1907, passando pelo 5 de Outubro de 1910, até ao exílio político brasileiro que vai de 1927 a 1950, data do seu falecimento, testemunho significativo e interventivo de mais de metade da história portuguesa do Século XX.

    Em ambos os casos temos uma e só pessoa, o bracarense Lúcio Alberto Pinheiro dos Santos. E um personagem conhecido em todo o mundo e quase inteiramente desconhecido entre nós. Uma realidade a que já nos temos vindo a habituar. Mas que não é uma fatalidade como se demonstra por este trabalho arqueológico de reconstrução de uma personalidade multímoda cujos textos, há muito perdidos pelos acervos e outros inteiramente inéditos entre nós, vêem agora a luz do dia colocando-se à disposição da comunidade científica e do público em geral, em particular das novas gerações.

    Em qualquer dos casos, quer numa vertente quer noutra, esta obra de Pedro Baptista desvela os contornos de um fantasma e fixa mais um nome incontornável na história do pensamento português, filosófico e político, do Século XX.


    Pedro Baptista, nascido no Porto em 1948, é romancista e ensaísta, escritor e investigador. Doutorado pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto em Filosofia, integra um grupo de investigação no Instituto de Filosofia dessa Faculdade, participa no Centro de Estudos do Pensamento Português da Universidade Católica e no Centro Interdisciplinar de Direitos Humanos da Universidade do Minho. Publicou Ao Encontro do Halley (1987), Sporá (1992), O Cavaleiro Azul (2001), Pessoas, Animais e outros que tais (2006), A Queima do Cão de Palha (2008), bem como diversos estudos e conferências em publicações individuais e colectivas. Tem no prelo A Pluralidade na Escola Portuense de Filosofia a publicar em 2010 pela IN-CM. Foi deputado na A.R., pelo círculo do Porto, entre 1995 e 1999, e mantém a actividade cívico-política.

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